quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Pesquisa Sensus mostra Dilma com 50,5% contra 26,4% de Serra

São Paulo - Uma nova pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgada nesta terça-feira, mostra a candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff à frente das intenções de voto com 50,5% do eleitorado. De acordo com o levantamento, a petista está 24,1 pontos percentuais à frente do candidato do PSDB, José Serra, que tem 26,4%. Marina Silva (PV) aparece em terceiro com 8,9%.

Nenhum dos outros candidatos ao Palácio do Planalto chegou a ter 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somaram 3,5% e indecisos, 9,1%. Dilma Rousseff tem 57,8% dos votos válidos, enquanto Serra totaliza 30,2% dos votos válidos - descontando brancos, nulos e indecisos. Desta forma, se a eleição fosse hoje, a candidata petista venceria em primeiro turno.

No levantamento anterior, realizado entre 20 e 22 de agosto, a petista tinha 46% das intenções de voto, contra 28,1% de José Serra e 8,1% de Marina Silva. O percentual de votos brancos e nulos era maior: 5,1%, assim como o de eleitores indecisos: 11,7%.

Na pesquisa espontânea, em que os nomes dos candidatos não são indicados aos entrevistados, Dilma Rousseff aparece com 44,3% das intenções de voto, contra 23% de José Serra e 7,1% de Marina Silva. Na pesquisa anterior, Dilma aparecia com 37,2%, Serra, com 21,2%, e Marina com 6%.

Entre 10 e 12 de setembro, foram ouvidos 2 mil entrevistados em 136 municípios de 24 estados. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

CNT/Sensus: aprovação do governo Lula é recorde e chega a 78,4%

A avaliação positiva do governo Luiz Inácio Lula da Silva voltou a ser recorde segundo a pesquisa do Instituto Sensus, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira. A aprovação do governo chegou a 78,4% no levantamento de setembro, o maior percentual da série histórica da pesquisa.
No mês de agosto, a aprovação era de 77,5%. O percentual dos que consideraram o governo regular ficou em 15,9%. Os que consideraram o governo ruim somaram 1,8% e os que avaliaram como péssimo somaram 2,1%. O índice dos que não souberam ou não responderam chegou a 1,8%.

Quando o que está em análise é o desempenho individual do presidente Lula, a aprovação chega a 81,4%, contra 80,5% do levantamento feito em agosto. O índice dos que desaprovam o desempenho do presidente caiu de 14,4% em agosto para 12,2% na pesquisa realizada em setembro. O índice mais alto de aprovação de Lula foi registrado em janeiro de 2009, quando o percentual chegou a 84%

Dilma volta a subir em pesquisa diária, vai a 54% e abre 32 pontos sobre tucano


A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, subiu um ponto percentual no tracking Vox Populi/Band/iG desta segunda-feira (13) e passou de 53% para 54% das intenções de voto. Já o tucano José Serra caiu de 23% para 22%.

Em votos válidos, se as eleições fossem hoje, Dilma teria 63,5% e venceria no primeiro turno.

Marina Silva (PV) também caiu um ponto e foi de 9% para 8%. Os outros candidatos somaram 1%, mesmo número da última pesquisa. Brancos e nulos passaram de 5% para 4%, enquanto o número de indecisos oscilou de 10% para 11%.

Dilma Rousseff aparece à frente do tucano em todas as regiões do País, sendo que o melhor desempenho da petista é no Nordeste, com 74% da preferência do eleitorado, contra 14% de Serra.

Na pesquisa espontânea, Dilma aparece 27 pontos percentuais à frente do tucano, com 44% das intenções de voto, enquanto Serra tem 17%.

A oscilação dos candidatos na pesquisa de hoje está dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A cada dia, o Instituto Vox Populi realiza 500 novas entrevistas. A amostra consolidada com 2000 entrevistas, portanto, só é totalmente renovada após quatro dias. O levantamento foi registrado junto ao TSE sob o número 27.428/10.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Dilma sobe para 56% e Serra cai para 21% no sétimo dia de tracking da Vox


No sétimo dia das medições do tracking Vox Populi/Band/iG para a eleição presidencial, a candidata do PT à presiddência, Dilma Rousseff, obteve 56% e o tucano José Serra 21% das intenções de voto.

Em relação ao primeiro dia da medição, no dia 1 º de setembro, a petista oscilou positivamente cinco pontos percentuais. O candidato tucano teve oscilação negativa de quatro pontos percentuais. A margem de erro é de 2,2 pontos. No dia 1º de setembro, Dilma tinha 51% e Serra 25%.

A candidata Marina Silva (PV), terceira colocada, manteve-se com 8% das intenções de voto. Brancos e nulos são 4%, indecisos somam 10%, mesmo índice do levantamento do dia anterior, e os outros candidatos têm 1%.

A pesquisa, publicada diariamente pelo iG, ouve novos 500 eleitores a cada dia. A amostra é totalmente renovada a cada quatro dias, quando são totalizados 2.000 entrevistados.

Na pesquisa espontânea, quando o nome do candidato não é apresentado ao entrevistado, Dilma oscilou positivamente um ponto e tem 45%, Serra por sua vez oscilou negativamente e marca 16%, um ponto a menos que na sondagem anterior. Marina Silva manteve-se com 6%.

A petista apresentou melhora de três pontos da região Sudeste, onde tem 49%. Serra oscilou negativamente três pontos, para 22%. Na região Centro-Oeste/Norte, Dilma passou de 55% para 54%, enquanto Serra ficou estável em 25%. Na região Sul, Dilma oscilou de 53% para 51% e Serra, de 25% para 24%. No Nordeste, Dilma passou de 71% para 70% e Serra, de 15% para 16%.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Vox mostra Dilma 26 pontos à frente de Serra e com 60% dos votos válidos


Na primeira medição do tracking encomendado pelo iG e pela Band ao Instituto Vox Populi, a candidata do PT ao Palácio do Planalto, Dilma Rousseff, aparece na liderança, com 51% das intenções de voto.

O cenário, que daria à petista a vitória no primeiro turno, mostra o adversário tucano José Serra com 25%. A candidata do PV, Marina Silva, aparece em seguida, com 9%. Outros candidatos obtiveram, juntos, 1% das intenções de voto. Brancos e nulos somaram 4%, enquanto os indecisos ficaram em 11%.

O tracking é uma modalidade de pesquisa tradicionalmente utilizada pelas campanhas eleitorais para identificar tendências na definição do voto. Apesar de o sistema ser utilizado há mais de uma década pelos partidos políticos e campanhas eleitorais, os dados não entram no rol de divulgação dos veículos de comunicação.

O tracking Vox/Band/iG conta com 2.000 entrevistas. A cada quatro dias, um quarto dessa amostra é renovada por meio da realização de 500 novas entrevistas. Essa renovação permite identificar rapidamente as tendências de evolução das intenções de voto. A margem de erro do tracking é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos.

No tracking espontâneo, no qual os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Dilma tem 41% das intenções de voto, enquanto Serra aparece com 19%. Marina, nesse caso, tem 6%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda é citado por 2% dos entrevistados. Brancos e nulos somaram 4%, não souberam ou não responderam 11%.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Vladimir 1355 e sua campanha pelo Estado









Projetos do Vladimir Palmeira quando foi Deputado Federal




Direitos Trabalhistas: Direito de greve, liberdade sindical, participação dos trabalhadores nos lucros e gestão das empresas, imunidade para representantes de associações ou comissões de trabalhadores de empresas públicas ou privadas.
Aposentadoria e Pensões: equiparação salarial entre aposentados e trabalhadores da ativa, equiparação dos reajustes salariais, 100% de benefício para pensionistas.

Liberdades: Liberdades de organização partidária, fim da censura, fim do serviço militar obrigatório, abolição do poder de veto do Presidente da República, limitação do poder do Conselho de Defesa - substituto do extinto Conselho de Segurança Nacional.

Meio Ambiente: Definição de crime contra o meio ambiente, com punição das empresas e responsáveis pelos prejuízos causados.

Empresa Nacional: Definição do conceito de empresa nacional de forma mais rigorosa, acentuando-se o controle efetivo pelo capital nacional e a capacitação de gerar energia própria. Impedir que multinacionais se fantasiem de nacionais.

Exploração Mineral: Nacionalização da exploração mineral e exploração estatal no caso de minerais estratégicos. Limitação da exploração em terras indígenas a empresas estatais mediante prévia autorização do Congresso Nacional e das nações indígenas concernidas. Reforço do monopólio estatal da exploração do petróleo.

Comunicação: Criação do Conselho Comunitário de Comunicação formado por representantes da sociedade civil e responsável pela concessão de canais de rádio e televisão. Limitação de alcance das emissoras de televisão. Limitação da propriedade
das emissoras de televisão - cada empresa e/ou pessoa física pode ter apenas uma. Limitação do tempo das redes nacional a duas horas diárias; assim como do tempo de programas produzidos pela própria emissora. Criação do Fundo Nacional de Comunicação, financiado por uma taxa sobre a receita bruta comercial das emissoras, para apoiar e estimular televisões comunitárias.

Telecomunicação: Estatização dos serviços de telecomunicações e transmissão de dados, lançamentos de sistemas espaciais e coleta e difusão de informações meteorológicas

Serviços Públicos: Democratização dos serviços públicos, institucionalizando o controle e a participação populares, reduzindo-se as concessões às empresas privadas, exigência de licitação, tarifas módicas e de boa qualidade, sob pena de cassação da concessão.

Propriedade: Limitação do direito à propriedade, subordinando-o à sua função social, garantida a propriedade necessária a uma vida digna e decente. Garantia do usucapião a todo não proprietário, independentemente de boa fé ou justo título, desde que o terreno esteja ocupado por mais de três anos.

Proteção do Consumidor: Fazer da proteção do consumidor um princípio constitucional. Formulação de legislação específica neste sentido.
Auditoria da Dívida Externa: Criação de comissão para auditoria da dívida externa. Limitação dos pagamentos anuais da dívida.

Cartórios: Estatização dos cartórios.

Reforma Urbana: Separação do direito de propriedade do direito de construção. Desapropriação, em títulos da dívida públicas, dos imóveis urbanos, exceto quando necessário pra a sobrevivência da família. Prioridade do uso social da terra em detrimento do direito de propriedade, sempre e quando se tratasse de garantir as exigências fundamentais de habitação, transporte, saúde, educação, lazer e cultura popular.

Reforma Agrária: Limitação do tamanho da propriedade agrícola a um máximo de cem módulos regionais. Desapropriação de terras e benfeitorias em títulos da dívida agrária, com um prazo de carência de cinco anos e resgatáveis de até vinte anos.